CLÁUDIO MANUEL DA COSTA

Cláudio Manuel da Costa é um advogado e poeta brasielrio na colônia brasileira. Destaca-se pela destacada criação de poesias e participação na Inconfidência Mineira. Advogado de prestígio, fazendeiro abastado, cidadão de renome mundial, pensador de mente aberta e amigo do Aleijadinho, poderia ter-lhe dado acesso a bibliotecas secretas que mais tarde seriam detidas por desconfiados.

Como poeta, mudou-se entre o barroco e o arcadismo. Presumivelmente, ele traduziu para o português a Teoria da Riqueza Nacional e da Emoção Moral de Adam Smith. Algumas pessoas afirmam estar em contato com os Illuminati, uma sociedade secreta do Iluminismo estabelecida na Baviera que influenciará inúmeras revoluções.

O filho de João Gonçalves da Costa, português de Portugal ligado à indústria mineira, e filho da mineira Tereza Ribeira de Alvarenga, nasceu em Vargem do Itacolomi, freguesia da aldeia de Ribeirão do Carmo. Por causa de sua idade, cursos clássicos, fama de médico e crédito do autor, ele exerceu um domínio mágico no louvor da musa Yamato Menor, pois todos leram suas obras e acataram seus conselhos. O pseudônimo do autor Glauceste Satúrnio faz parte da transição do barroco para o fliperama. Seu soneto herdou a tradição de Camões. Ele, portanto, é um dos personagens principais do capitão. Aos sessenta anos participou nas atividades hipotecárias do "Magic Minilla". Em 1789, foi preso por apenas uma prisão e assustado com a acusação desonesta do acusado.Morreu em uma situação obscura em Vila Rica em 4 de julho de 1789. morto. Em outra versão, os estudiosos levantaram a possibilidade de que ele foi assassinado na prisão.

A trajetória de vida de Cláudio mostra sua trajetória de sucesso na política, na literatura e no campo profissional. Foi secretário de governo, poeta admirado até em Portugal, advogado de grandes empresários da época, como João Rodrigues de Macedo, e esteve também envolvido em conspirações mineiras. Ele acumulou muitas riquezas, e sua residência em Vila Rica é uma das melhores casas da capital. Uma construção sólida ainda é um momento desafiador.

No entanto, a memória de Cláudio Manuel da Costa não é tão feliz. Até hoje, ele suspeita que é um pobre covarde, traiu seu amigo e cometeu suicídio na prisão. Outros, inclusive, negaram a importância de sua participação na Inconfidência Mineira, retratando-o como um simples público privilegiado, amigos de Tomás Antônio Gonzaga e Alvarenga Peixoto, e frequentador assíduo das festas por ele promovidas.

O próprio autor tentou diminuir a relevância de participar dessa conspiração, mas estava apenas reduzindo o fardo diante de um juiz devasso. As personalidades clássicas da história da historiografia mineira comentaram de forma unânime sua participação no esporte. Parece que ele tem algumas dúvidas sobre a possibilidade militar dessa conspiração. Mas isso não afetou os intelectuais do movimento, principalmente na arquitetura jurídica da República que pretendia implantar em Minas Gerais no final do século XVIII. Como outros conspiradores com altos cargos sociais, Cláudio foi preso após ser preso pelos Casados ​​Contos de seu cliente João Rodríguez de Macedo, mas na época foi alugado para o governo do estado de Minas Gerais. Na noite de 3 para 4 de julho de 1789, foi ele quem se enforcou na cela sob a escada que levava ao segundo andar.

Um dos pontos mais importantes na biografia do poeta desconhecido é sua morte. Este tópico tem sido debatido por mais de duzentos anos e existem fortes argumentos a favor e contra o argumento do suicídio. O defensor da crença suicida de Cláudio Manuel da Costa é que ele estava muito deprimido na véspera de sua morte. Isso foi carimbado em seu próprio testemunho, que foi registrado com Devassa. Além disso, seu padre arrependido confirmaria sua depressão a um frade que revelou o registro.

Qualquer pessoa que acredita na proposição do assassinato se baseia em um argumento principal: relatórios de especialistas que concluem sobre suicídio. Segundo esse relato, o poeta indicado teria se enforcado na prateleira com laços de shorts, apertaria o laço da prateleira e pressionaria com os braços e joelhos. Muitas pessoas acreditam que, nessa situação, alguém não pode se enforcar.

Outros acreditam que o próprio governador, Visconde de Barbacena, esteve envolvido na conspiração, e que Cláudio foi eliminado porque se dispôs a revelar isso. Mas o fato é que apenas argumentos suicidas podem ser sustentados por documentos, apesar das dúvidas sobre sua honestidade e autenticidade, como os defensores do argumento do assassinato apontaram.

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