BENTO TEIXEIRA

Bento Teixeira é um poeta luso-brasileiro cuja única obra, a épica "Prosopopeia", é conhecida como um dos primeiros marcos do barroco na literatura brasileira. A partir de uma vaga biografia, é quase impossível provar sua vida e obra. As outras duas obras foram atribuídas a ele, e a autoria foi posteriormente corrigida.

As informações sobre a vida de Bento Teixeira são escassas e confusas. Tem gente que pensa até que ele é brasileiro e de Olinda. Sua biografia só ganhou perfil sólido em 1929, quando se examinou um documento denominado Denunciações de Pernambuco.

Segundo a reportagem, o poeta nasceu no Porto, em Portugal, filho de Manuel Alvarez de Barros e do Manchester United Rodriguez, um judeu criptográfico.

Seus pais vieram para o Brasil em 1567 e se estabeleceram nas mãos do Capitão Espírito Santo. Depois que seus pais morreram, ele se mudou para o capitão Ilhéus. Lá, ele se casou com Filipa Raposa em 1584. Ao revelar que era judeu, teve que fugir para o Capitão Pernambuco, onde começaria a trabalhar como professor de aritmética, gramática e língua latina.

A épica "Prosopopeia" é a única obra reconhecida e aceita. Epopéia publicada em 1601 e de alto valor histórico, canta a vida de Jorge de Albuquerque Coelho, terceiro donatário do Governador de Pernambuco e de seu irmão Duarte E trabalha. Embora Prosopopeia tenha sido publicada originalmente em Lisboa na época da prisão de Bento Teixeira, e embora o autor tenha nascido em Portugal, visto que Bento Teixeira estudou e trabalhou no Brasil, Prosopopeia é considerada uma das primeiras obras da literatura brasileira.

Este poema é escrito em oito rimas com noventa e quatro estrofes, marcando o início do movimento barroco brasileiro. O épico "Os Lusíadas" de Camões teve uma influência profunda nesta obra. A sua obra é altamente clássica, exagerada e inclui até citações diretas de poetas portugueses. Seguir a estrutura da obra de Cameys inclui: proposição, citação, provisão, narração, "Descrição de Pernambuco Recife e Cantor Depteu", a extensão mais longa, e as etapas do próprio texto épico. Na citação, ele pediu aos deuses cristãos que ajudassem a escrever sua escritura, e depois a dedicou ao próprio Jorge d'Albuquerque, em busca de auxílio financeiro.

Comentários