SANTA RITA DURÃO

Frei José de Santa Rita Durão foi um agostiniano luso-brasileiro, orador e poeta. A sua carreira começou com a sua carreira e trabalhou em Portugal e no Brasil. A colónia escreveu o seu trabalho. É considerado um dos pioneiros do indianismo brasileiro. Seu poema épico "Caramuru" é a primeira obra narrativa escrita sobre o tema dos povos indígenas no Brasil. Está escrito ao estilo de Luís de Camões, tal como outros neoclássicos (arcadismo), imitando um poeta clássico.

Estudou no Colégio dos Jesuítas, no Rio de Janeiro, até os 10 (dez) anos, e no ano seguinte foi para a Europa, onde se tornou padre de Agostinho. Doutorou-se em Filosofia e Teologia pela Universidade de Coimbra e foi cátedra de Teologia.

Durante o governo de Pomba, foi perseguido e deixou Portugal. Ele serviu como bibliotecário em Roma por mais de duas décadas, até que seu grande inimigo caiu e depois voltou para Portugal. Ele também trabalhou na Espanha e na França. Regressou a Portugal com a "viradeira" (declínio da dança pomba e restauração da cultura do passado), tendo a sua actividade principal começado na redação do Caramuru, publicada em 1781.

Morreu em Portugal a 24 de Janeiro de 1784.

Quase a única obra restante de Durão é o seu décimo poema épico "Caramuru", influenciado pelo modelo de Camões. Consiste em uma oitava rimada e traz informações eruditas sobre a flora e a fauna do Brasil e dos índios do país, mostrando as cinco partes da tradicional epopéia. Este poema é a homenagem do autor à sua pátria. Segundo a tradição, a reação da crítica e do público aos seus poemas foi tão fria que Santa Rita Durão destruiu os demais poemas.

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