Mesmo tão notório quanto a obra A Escrava Isaura, também escrito por Bernardo Guimarães, o livro não porque perdeu seu valor literário.
Criticava o patriarcado da época, especialmente o sistema clerical, e mencionava a inadequação da vida religiosa imposta à família pelos jovens. Como “Escravo Isaac”, esta é uma história de amor que nos permite observar o sentimento de conflito com a realidade imposta pela sociedade (o jovem não pode amar porque é obrigado a ser sacerdote pela família). Ao contrário da primeira obra, apresenta um final trágico, quando o protagonista fica sabendo da morte de seus parentes e enlouquece.

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