Manuel Inácio da Silva Alvarenga foi um poeta luso-brasileiro do Brasil colonial. É filho de Inácio da Silva Alvarenga, um músico profissional pobre. Na adolescência foi estudar no Rio de Janeiro e, depois, foi para a Universidade de Coimbra, onde se formou em direito canônico aos 27 anos.
Em Portugal, juntou-se a alguns nobres, como Alvarenga Peixoto e Basílio da Gama, mais velhos que ele e o poeta. Do último ponto de vista, ele é um bom amigo. Em suas escrituras, ele o celebrou mais de uma vez e foi muito encorajado. Nessas e em outras inspirações brasileiras, as pessoas já sabem há muito tempo.
Em 1774, publicou em Coimbra o poema de comédia heróica "O Desertor", que culminou com a escolástica coimbrã e a derrubou durante as reformas pombalinas. Franco é o valor literário deste poema. No entanto, isso não é desnecessário, porque é um verdadeiro retrato do novo estado mental da sociedade portuguesa sob a ação do Marquês de Pomba, e não se tornou uma prova da forma como o espírito literário brasileiro dá um sentido de cidade natal.
Este poema contém alusões, referências e memórias de coisas brasileiras. Em 1775, houve uma inundação poética durante a inauguração da estátua equestre de José I, e Silva Alvarenga engrossou-a com sonetos e canções de natal. A mesma motivação inspirou também a letra da sua treze sílaba Alexandre: “No dia em que colocou a verdadeira estátua equestre, Senhor D. José I, o rei que sempre foi o mais majestoso e mais leal a Portugal”.
É um dos mais ricos e melhores poetas das Plêiades de Minas Gerais. Desde O, o abandono (embora muitas pessoas digam "O o abandono"), seus poemas de comédia heróica carrancuda sobre a educação universitária não param de falar. Muitos dos seus trabalhos são impressos em páginas avulsas, folhetos, colecções e florilégios, bem como em jornais literários portugueses e brasileiros (porque continua a avançar com os tempos, tal como os que aqui primeiro apareceram).
As notas de aprovação obtidas na universidade comprovam o hábito do estudo sério, que parece se manter após a formatura e na vida futura. É claro que ele é uma pessoa com boas letras e tem a melhor cultura literária do reino. Quanto a ela, além de seu talento poético, ela também tem verdadeiro talento, espírito e gosto em tempo hábil. Existem muitas obras que o podem provar, nomeadamente o seu prefácio e poemas de ensino. Se ele não as pratica o tempo todo, é que pode influenciar a literatura mais do que as excelentes regras de sua arte poética. Lide com eles pelo caminho e cite-os por conhecimento direto. Ele conhece as obras mais destacadas da literatura moderna, incluindo o inglês. Matemática, física ou ciências naturais não lhe são estranhas. Em seu poema "Arte, personagens ou seus poemas", ele se refere a eles com alegorias apropriadas ou alegorias relacionadas.
Silva Alvarenga voltou ao Rio de Janeiro em 1777. Vários dos seus poemas, como "Ode à Juventude Portuguesa", "Cartas de Basílio da Gama" e "As Artes", mostram em Silva Alvarenga um espírito cultural apaixonado, progresso intelectual e entusiasmo pelas letras e pela ciência. Isso vai trazer a vontade e o impulso do Brasil de promover tudo isso aqui. Juntamente com outros estudiosos que aqui encontrou na altura, estabeleceu a boa vontade do então governador Marquês do Lavradio, cujo principal objetivo era “Não se esqueçam dos seus parceiros'', pelo contrário, estão noutros países Conhecimento aprendido. Seu conhecimento". A existência desta sociedade é curta.
Os fatos pouco conhecidos das duas associações literárias estabelecidas por Alvarenga levantam hipóteses e imaginações, acidentalmente deterministas, que foram criadas por ele. Entre os sócios dessas 02 (duas) sociedades, só os médicos, os padres instruídos escapam ao esquecimento.
Viveu até 1814 e colaborou também com o jornal literário Manuel Ferreira de Araújo Guimarães em O Patriota, que promoveu antes da independência do Brasil. O movimento do conhecimento. Silva Alvarenga é o poeta mais moderno entre o grupo de poetas em termos de espírito, temperamento literário, estilo e idade, foi o que menos se frustrou nos crimes da época e foi o mais livre no preconceito escolar pelos seus preconceitos e ridículo que ele não conhecia, veja seus "Ensaios de José Basílio". Além disso, ele tem um bom senso de humor e espírito.
Em suma, ele vê alguma liberação espiritual produzida pela política de contencioso anti-Jesus de Pombal melhor do que outras. Como um mestre da retórica, ele pode evitar os recursos de arsenais clássicos e fabulosos melhor do que outros. Quando ele sucumbiu à tendência, a personalidade que ele tinha era muito melhor do que a criatividade, mesmo que raramente fosse a facilidade do tempo.

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