Inácio José de Alvarenga Peixoto foi advogado e poeta carioca e um dos principais expositores da Inconfidência Mineira. Ele foi preso, julgado e condenado ao exílio permanente na África por participar deste movimento. Alvarenga Peixoto é considerado o autor da inscrição em latim no estandarte mineiro: Libertas quae sera tamen.
Nasceu no Rio de Janeiro, filho de Simão Alvarenga Braga e Ângela Micaela da Cunha. Estudou no Colégio Jesuíta do Rio de Janeiro, denominado Humberto de Souza Mello. Depois de se mudar para Portugal, obteve o diploma de Bacharel em Direito com louvor pela Universidade de Coimbra. Lá conheceu o poeta Basílio da Gama e fez amizade com ele. Sob a pressão de dívidas e impostos vencidos, acabou se envolvendo nas fileiras da Inconfidência Mineira. Condenado, detido (um prisioneiro da Ilha das Cobras), julgado e condenado, foi deportado para Angola e faleceu em Angola pouco tempo após a sua chegada, tendo sido vítima de febre tropical e na altura devastado a zona.
No reino, foi juiz externo na vila de Sintra. De volta ao Brasil, o senador da cidade de São João del-Rei, que atuou em Minas Gerais. Lá também serviu como ombudsman do distrito de Rio das Mortes e se casou com a poetisa Bárbara Heliodora Guilhermina da Silveira, e teve quatro filhos com ela: Maria Ifigênia, José Eleutério, João Damasceno (posteriormente renomeado João Evangelista) e Tristão de Alvarenga.
Participava da Vila Rica na época. Saiu do governador do município e ficou encarregado da agricultura e mineração no sul de Minas Gerais que foi a última que passou quase toda A cidade onde a propriedade abriu cerca de 30 (trinta) quilômetros de hidrovias cobre as melhores minas de ouro do acampamento e limpa a terra.
Ele era amigo dos homens fortes daquela época e compartilhou suas ideias liberais durante o período do Iluminismo com outros intelectuais. Entre essas figuras estão os poetas Cláudio Manuel da Costa e Tomás Antônio Gonzaga, os padres José da Silva e Oliveira Rolim, os soldados Joaquim José da Silva Xavier ("Tiradentes") e Joaquim Silvério dos Reis, que, por sua vez, condenaria os outros participantes. Ele também era amigo do rico contribuinte de Vila Rica, João Rodrigues de Macedo.

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