GERAÇÃO DE 70

A Geração de 70 ou Geração de Coimbra nos anos 1970 foi um movimento académico em Coimbra no século XIX, mudou completamente todos os aspectos da cultura portuguesa, da política à literatura, com a introdução do realismo, este renascimento foi se manifestando.

Num ambiente boémio, na cidade universitária de Coimbra, Antero de Quental, Eça de Queiroz, Oliveira Martins, Ramalho Ortigão entre outros escritores encontraram-se para trocar ideias, livros e formas de atualizar a vida política e cultural de Portugal. Portugal vivia uma verdadeira revolução nos novos meios de transporte ferroviário, revolução esta que trazia notícias do centro da Europa todos os dias e influenciava o desenvolvimento desta geração para novas ideologias. Isso foi no início dos anos 70.

Em Coimbra, o hiper-romantismo do grupo de "bom senso e bom gosto" gerou polêmica no confronto literário, a que se deu o nome de Questão Coimbrã. Mais tarde, em Lisboa, os atuais licenciados formaram o Grupo Cenáculo. Em 1871, a organização realizou uma série de reuniões no Casino Lisbonense para debater temas relacionados com literatura, educação, religião e política. A reunião acabou sendo proibida pelo governo.

Após a reunião, a geração de ouro de Coimbra ficou impotente, quanto mais implementar o plano do estado revolucionário, e seus membros acabaram se autodenominando "Visi" sob o conselho de Joaquim Pedro de Oliveira. abandono das aspirações juvenis dos membros do grupo.

Além de Joaquim Pedro de Oliveira Martins, o grupo incluía:

  1. José Duarte Ramalho Ortigão,
  2. António Cândido Ribeiro da Costa,
  3. Guerra Junqueiro, Luís de Soveral,
  4. Francisco Manuel de Melo Breyner, Carlos Félix de Lima Mayer,
  5. Carlos Lobo de Ávila,
  6. Bernardo Pinheiro Correia de Melo,
  7. António Maria Vasco de Mello Silva César e Menezes,
  8. Eça de Queirós (que integrou o grupo a partir de 1889),
  9. João Bonança,
  10. Anselmo de Andrade,
  11. Salomão Sáragga,
  12. Batalha Reis,
  13. José Pais de Carvalho,
  14. José de Figueiredo,
  15. Fialho de Almeida e
  16. Oliveira Martins

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