A obra icônica do simbolismo português é a publicação da coleção de poemas "Oaristos" de Eugênio de Castro. No entanto, o movimento literário já influenciou Portugal a partir das revistas acadêmicas "Os Insubmissos" e "Boêmia Nova", cujos autores Eugênio de Castro e Antônio Nobre foram seus colaboradores, e continuou até a proclamação da República em 1910.
O impacto da nova realidade política. No entanto, o fim do movimento ocorreu em 1915, em plena Guerra Mundial, o que é um sinal cronológico do modernismo português. Foi nesta situação que Mário Sá-Carneiro e Fernando Pessoa publicaram a revista "Orpheu".
O movimento simbolista em Portugal está intimamente relacionado com a crise da monarquia, a crise económica e financeira e o resultado do ultimato atum britânico, que suprime a depressão social.
Os principais autores são:
- Eugênio de Castro;
- Antônio Nobre;
- Camilo Pessanha e
- Fernando Pessoa

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